UMN

UMN - Governador Provincial do Namibe Presidirá a Aula Inaugural 2017

1 - AULA INAUGURAL CARTAZ

PROGRAMA

8H.30  - Chegada dos Convidados

9H00  - Sessão de Abertura:

  Mestre de Cerimónia:  David Anjos Jacó Caunda

vEntoação do Hino Nacional;
vApresentação da Mesa de Presidium;
vIntervenção de Boas Vindas, pelo Director da ESPtN, Prof. Doutor João Domingos Cadete;
vIntervenção do Magnifico Reitor da UMN, Prof. Doutor Orlando Manuel  José Fernandes da Mata;
vMomento Cultural
vMensagem dos Estudantes;
vApresentação dos estudantes galardoados com o Prémio Estudante Nova Gazeta;
vApresentação dos estudantes do Quadro de Honra das Escolas Superiores Pedagógica e Politécnica do Namibe;
vEntrega de Certificados aos funcionários participantes do Curso de Excel e SIGU para a Gestão Académica;
vBaptismo Simbólico dos Caloiros.
vMomento Cultural
vAula Inaugural por Sua Excelência Senhor Governador Provincial do Namibe Dr. Rui Luís Falcão Pinto de Andrade com o Tema:

«O Papel da Universidade na Formação dos Valores Cívicos e Morais na preservação da Paz e da Democracia»»

vEncerramento»

UMN - O Papel da Mulher na Sociedade Angolana foi Tema dePalestra

 

1 - Março

O Papel da Mulher na Sociedade Angolana foi tema de uma palestra promovida pela Direcção dos Serviços Científicos e Pós-Graduação da Universidade Mandume Ya Ndemufayo, da qual foi palestrante a Antropóloga Marcelina Gomes, Docente Universitária e Directora Provincial da Cultura da Huíla. A palestra enquadrou-se no leque de actividades programadas para saudar o mês da mulher.

1- MARÇO 2

A Dra. Marcelina Gomes Começou por destacar de uma forma geral, o papel desempenhado pela mulher em todas as etapas do desenvolvimento da sociedade, isto é, desde a antiguidade até a contemporaneidade, para depois ater-se às grandes conquistas da mulher angolana. Neste particular, a antropóloga destacou na história de Angola, a existência de mulheres que há muito têm dado a sua alma e sangue em prol do país e dos angolanos “temos exemplos de mulheres fortes, inteligentes, e hábeis. Mulheres, que encontramos em todas as esferas da vida do país”, enfatizou a palestrante, que neste particular destacou “o papel histórico de mulheres, como Njinga a Mbandi, nos reinos do Dongo e de Matamba; Lweji, no reino da Lunda; de Kimpa Vita, no reino do Kongo; de Ndanda Candundo  e Nhakatolo, ambas rainhas dos Luchazes e  Kaipkire rainha dos herero. E na história mais recente temos referências como de Deolinda Rodrigues, Lucrécia Paim, Engrácia dos Santos, Irene Cohen e Teresa Afonso consideradas heroínas de Angola, e tantas outras que entre várias tarefas sempre dedicaram-se ao mesmo tempo, e mesmo nos momentos mais difíceis e com coragem, à actividades ligadas a educação, alfabetização, saúde, transmissão de valores éticos e culturais, produção de alimentos e valores patrióticos”.

A antropóloga fez questão de realçar que, a mulher nem sempre ocupou o lugar que tem hoje, nem tão pouco, ocupou sempre as mesma funções na sociedade. Significa que ao longo da história a sua situação foi mudando e a mulher foi exercendo outros papéis, assim como uma relação de convivência permanente e constante. “É preciso reter que a mulher cada vez mais tem funções extremamente importantes em todas as sociedades. Em quase todo o mundo há uma maior participação das mulheres em todos os níveis

Para a Docente Universitária, a mulher deixou de ser unicamente dona de casa, mãe e esposa, pois dessa forma ela vivia em função do homem, era ele que detinha o poder económico na família. O trabalho caseiro não era respeitado nem valorizado. Hoje ela conquistou o seu espaço, procura profissionalizar-se e podemos encontra-la em todos os sectores da vida social, politica e económica. Exerce todas as funções que antes eram só executadas por homens, como por exemplo o domínio das tecnologias de ponta e científicas. Tem demonstrado grande capacidade ao fazer seja o que for.

Marcelina Gomes particularizou que “em Angola, as mulheres conseguiram com muito custo atingir patamares cimeiros em todos os sectores. Temos que aceitar que existe vontade política, os homens pouco a pouco vão compreendendo que não é possível marginalizar as mulheres. Elas são importantes e devem contribuir para uma melhor vida de todos. O facto de terem compreendido não significa que todos estão de acordo com todas estas mudanças. Pelo facto a mulher ainda sofre represálias, descriminação tanto no lar como na rua, e nos próprios serviços” disse a académica e dirigente.

Apesar de ainda existir alguma discriminação, a palestrante encorajou as mulheres angolanas a não deixarem de dar o seu contributo, manifestando plena certeza de que a força feminina, “fará com que os homens se emancipem e que a igualdade de direitos e deveres plasmados nas constituições de muitos países sejam um facto. As mulheres não devem esperar de mãos estendidas por essa igualdade, com quotas ou sem elas a luta deve ser uma constante.

1 - MARÇO 3

Assistiram a palestra representantes da Família e Promoção da Mulher, Organização da Mulher Angolana, Movimentos Religiosas vocacionados para a promoção da mulher, responsáveis de instituições públicas e privadas, docentes e estudantes.  

 

Contactos

  • Telefone:  261 225 041

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